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Clínica Tijucas - Exames Oftalmológicos e Ginecológicos

Com equipamentos modernos e equipe especializada, a Clínica Tijucas é o melhor lugar para você fazer seus exames.

Clínica Tijucas - Especializada em oftalmologia

A importância de ter um acompanhamento por um oftalmologista, o único capacitado a receitar os óculos ao cidadão, é indispensável.

Clínica Tijucas - Equipe altamente qualificada

A Clínica Tijucas oferece uma equipe reponsável e objetiva que valoriza a qualidade dos serviços.

Clínica Tijucas - Especializada em ginecologia

Você mulher, viva bem, a necessidade de procurar regularmente um ginecologista para a prevenção ou diagnóstico precoce de doenças.

Colposcopia

Quando realizar a colposcopia?

Ferida em colo do utero (muitas vezes a paciente é assintomatica).

Corrimento de repetição.

Sangramento durante a relação sexual.

Dor durante a relação sexual.

Condilomas, ou seja, verrugas genitais (HPV).

Doenças sexualmente transmissiveis.

Alteração no resultado do preventivo.

É durante o exame da colposcopia que a sua ginecologista decidira se é necessario ou não realizar biopsia. E tambem se é necessario a realialização de cauterização do colo do utero.

É imprescindivel a coleta do preventivo antes da realização da colposcopia.

A colposcopia é realizado no consultorio medico, se necessario cirurgia,em casos mais graves , a ginecologista encaminhara para um hospital de sua confiança!

Preparos e Cuidados

Evitar relação sexual até 48 horas antes do exame.

O exame deve ser realizado, preferencialmente, fora do período menstrual.

Suspender o uso de cremes vaginais dois dias antes do exame.

É importante avisar o médico caso você tenha alergia a iodo.

Caso seja necessário realizar biópsia, é importante manter os seguintes cuidados após o procedimento:

  • Realizar a higiene da região genital com delicadeza.
  • Evitar atividade sexual por 48 horas.
  • Evitar atividade física intensa por 48 horas.

O que é colposcopia?

A colposcopia é um exame visual especializado do trato genital inferior (colo uterino, vagina e vulva), em que se utiliza o colposcópio – aparelho semelhante a um binóculo que possibilita a visualização dessas áreas com aumento que varia de 6 a 40 vezes. O exame é indolor e demora alguns minutos para ser realizado.

A colposcopia é indicada principalmente para mulheres que apresentam alteração no exame de Papanicolaou (colpocitologia oncótica). Mulheres com lesões no colo do útero, vagina ou vulva ou com antecedente de infecção por HPV também devem ser encaminhas para este exame.

Para a realização da colposcopia, é necessária a introdução do espéculo vaginal (também conhecido por “bico de pato”) para separar as paredes vaginais. O colo uterino é visualizado através do colposcópico, que permanece a uma distância de aproximadamente 30 centímetros (sem encostar na paciente). Após a colocação do espéculo, observam-se as estruturas e realiza-se a coleta do Papanicolaou, quando necessário. Em seguida, aplica-se uma pequena quantidade de ácido acético, o qual evidencia alguma área anormal. O próximo passo é o Teste de Schiller, em que se aplica uma solução com iodo no colo uterino (ver figuras).

Caso os testes realizados evidenciem alguma alteração, realiza-se a biópsia da área alterada. A biópsia pode gerar um pouco de desconforto na paciente, semelhante a uma cólica menstrual, mas com efeito rápido e passageiro.

As amostras obtidas com a biópsia são então encaminhadas a um laboratório para serem avaliadas por um médico patologista.

É importante ressaltar que a colposcopia é um exame indolor, de fácil realização e um importante instrumento na prevenção do câncer de colo uterino.

Colposcopio - Equipamento utilizado para Colposcopia


Colo uterino normal


Colo uterino normal – Teste de Schiller negativo


Colo uterino com alteração causada pelo vírus HPV

Colo uterino com alteração causada pelo vírus HPV – Teste de Schiller positivo

HPV - Mitos e verdades

O que é HPV?

O Papilomavírus Humano, conhecido como HPV, é um vírus bastante comum que pode provocar o aparecimento de verrugas na pele ou mucosas ou pode promover alterações nas células do colo do útero leves ou graves, podendo levar ao câncer de colo uterino. Existem aproximadamente 100 tipos de HPV identificados. Os tipos encontrados nas áreas genitais são de transmissão sexual. Os tipos de HPV que causam verrugas nas mãos ou pés, por exemplo, não causam verrugas genitais ou alterações nas células do colo uterino, ao mesmo tempo em que os tipos de HPV que infectam as áreas genitais não se espalham para o resto do corpo.

O que é o Exame de Papanicolaou?

O exame de Papanicolaou (colpocitologia oncótica) é um teste que identifica alterações nas células do colo do útero. A técnica consiste na coleta de uma pequena amostra de células da superfície do colo do útero, as quais são então enviadas ao laboratório onde são preparadas e examinadas microscopicamente por uma patologista. A realização do teste de forma rotineira é uma forma de prevenção do câncer de colo uterino, já que permite a identificação de alterações precoces das células cervicais.

Quais os sintomas do HPV?

O HPV raramente causa sintomas. As verrugas externas geralmente são o sinal mais comum, mas algumas podem ser tão pequenas que às vezes passam despercebidas. Ocasionalmente, pode ocorrer prurido (coceira) ou queimação na vulva. Nos casos mais avançados (câncer de colo do útero) pode ocorrer sangramento durante ou após relação sexual, sangramento vaginal fora do período menstrual, corrimento persistente com odor fétido. Entretanto, esses sintomas não são característicos desta doença e ocorrem geralmente por outras causas.

Qual a freqüência da infecção pelo HPV?

O HPV é o vírus de transmissão sexual mais comum. A probabilidade de se adquirir HPV em algum momento, durante toda a vida, é estimada em 75% ou mais. Isto significa que qualquer pessoa que já teve relação sexual tem uma grande chance de ser exposta ao vírus, mas apenas um pequeno número de mulheres infectadas pelo HPV desenvolve alterações celulares que necessitam tratamento. Na maior parte dos casos, o sistema imunológico mantém o vírus sob controle ou o elimina. Entretanto, nos casos em que o vírus não é eliminado após certo tempo, existe maior chance de desenvolvimento de alterações celulares que podem levar ao câncer de colo do útero.

A infecção pelo HPV pode ser tratada?

Não existe tratamento disponível para o vírus em si. Entretanto, existem boas opções de tratamento para os problemas que o HPV pode causar, como alterações das células cervicais ou verrugas genitais. Cada caso deve ser avaliado individualmente e a paciente deve poder discutir com seu médico as opções de conduta disponíveis.

A infecção pelo HPV dura para sempre?

Provavelmente não. Na maior parte dos casos, o vírus é eliminado em até 1 ou 2 anos.

O que são HPV de alto e baixo risco?

Os tipos de HPV genitais podem ser divididos em 2 grandes grupos (alto e baixo risco), dependendo da sua associação com o desenvolvimento de câncer do trato genital inferior. Os tipos principais de HPV de baixo grau são os tipos 6 e 11, que são muito encontrados nas verrugas genitais. Já os tipos principais de HPV de alto grau são os tipos 16 e 18, que podem ser identificados nos carcinomas de colo uterino, vulva, vagina, ânus e pênis.

Já existe vacina contra o HPV?

Sim. A vacina contra o HPV, lançada em 2006, já está disponível, mas somente na rede particular. O objetivo da vacina é prevenir a infecção dos principais tipos de HPV (6, 11, 16, 18), os quais são responsáveis pela maior parte dos casos de verrugas genitais e câncer de colo uterino.

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